Empresa diz que aeronave apreendida em Catolé foi contratada para transportar peças de automóvel

Após ter um de seus aviões Embraer E110 Bandeirante apreendidos na dessa quarta-feira (9), no Aeródromo Jerônimo Sérgio Rosado Maia, com 752 quilos de cocaína, a NHR Táxi Aéreo, emitiu nota à imprensa explicando sua posição sobre o ocorrido. A empresa de Sorocaba confirmou que o avião é de sua propriedade, mas que ela não é a dona da droga apreendida pela Polícia Militar da Paraíba na cidade de Catolé do Rocha e que a unidade foi fretada para transporte de peças automotivas.

“Fomos contratada para o fretamento de caixas contendo (em tese) peças automotivas. Assim, estava apenas realizando serviço para qual foi contratada: Transportar mercadoria, que estava acondicionada em caixa lacradas, acompanhadas de duas pessoas”, diz trecho.

Ainda segunda a empresa, por ser apenas a prestadora de serviço, ela alega que não tem qualquer relação com a droga encontrada no interior de sua aeronave e não tinha ciência alguma que transportava produtos ilícitos, sendo também uma vítima dos traficantes de droga.

Por fim, a NHR esclarece que “toda a contratação foi feita dentro da normalidade de qualquer ato comercial, não havendo qualquer motivo para associar a empresa e seus pilotos ao ilícito praticado”.

 

 

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