Corpo do comerciante Silvério da Gráfica é sepultado na tarde desta segunda, em Catolé do Rocha

O corpo do comerciante Silvério Oliveira Neto, mais conhecido por ‘Silvério da Gráfica’, que morreu vítima de um enfarte fulminante, na noite de domingo (15 de dezembro), em Catolé do Rocha, sertão da Paraíba, foi sepultado no final da tarde desta segunda, no Cemitério Frei Damião de Bozzano.

 

O corpo foi velado na residência da família, onde parentes e dezenas de amigos prestaram suas últimas homenagens ao comeciante. No finalzinho da tarde, o cortejo fúnebre seguiu para o campo santo para as últimas homenagnes, e em seguida o sepultamento no jazigo da família.

 

Uma vida a serviço do trabalho e do bem

 

Silvério era natural do município de João Dias, no vizinho estado do Rio Grande do Norte, mas migrou ainda jovem para a cidade de Catolé do Rocha, onde enveredou ainda cedo nos negócios, acompanhando Seu Vicente, o seu genitor.

 

Aos 81 anos, Silvério Neto ainda trabalhava ativamente ao lado da família, nos negócios da Gráfica Dois Estados, empreendimento que fundou à custa de muito trabalho, empenho e dedicação.

 

Homem simples, de coração bondoso, Silvério era bem quisto e admirado não só em Catolé do Rocha, assim como também nas outras várias cidades do sertão paraibano e Oeste Potiguar.

 

Apesar de demonstrar ser uma pessoa introvertida, foi um homem de grandes amizades, e gostava de uma boa conversa com os amigos. Era adepto da doutrina espírita, e fundou o Templo Espírita Trabalhadores da Última Hora, e onde ajudava nos trabalhos e reuniões. Foi também chefe da agência local do antigo INPS.

 

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