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26 de Março de 2010 Humberto Vital
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O policial militar Wamapa Santos Silva, 22 anos, pertencente ao 10º Batalhão foi assassinado com dois tiros no peito, durante uma abordagem da Rotam do 2º Batalhão de Polícia Militar. O fato aconteceu por volta da meia-noite nas proximidades do Maxx Atacadão, no Santa Rosa, zona oeste de Campina Grande.

Segundo as primeiras informações da própria PM, o policial morto estava em uma moto Honda Fan, preta e com a placa virada e que era conduzida por outro policial que ainda não teve o nome divulgado. Na Avenida Floriano Peixoto, uma guarnição da Rotam, que efetuava rondas, viu os dois homens usando preto na moto preta e fizeram a abordagem.

A vítima teria feito menção de pegar uma arma, quando foi atingidas duas vezes no tórax, dos três disparos oriundos da viatura do 2º BPM. Rapidamente Wamapa foi socorrido para o Hospital Regional, onde faleceu no começo da madrugada. O outro ocupante da moto foi levado para o Quartel do 2º BPM, assim como a moto. Os integrantes da viatura da Rotam não foram identificados.

No meio da manhã, o coronel Marcos Marconi em entrevista coletiva, deu a versão oficial dos fatos. Ele disse que tudo vai ser apurado e que os policiais do seu batalhão não sabiam que os ocupantes da moto eram também PM´s em uma investigação.

Nomes não foram revelados. A versão surgida no inicio da manhã, dando conta que os ocupantes da moto estavam usando mascaras e eram assaltantes não foi confirmada pelo comando da PM. Também não foi apresentada nenhuma arma, nem tampouco nomes dos envolvidos por parte da Polícia Militar.

O soldado Wamapa Santos Silva, tinha 22 anos e residia na rua Nossa Senhora de Fátima, 510, em Bodocongó. Ele tinha pouco tempo como policial e pertencia aos quadros do 10º Batalhão, recentemente criado e funcionando ainda de maneira precária na cidade. Até as 10h o corpo do militar permanecia no Hospital Regional e os parentes alegaram que o comando do 2º BPM, estava dificultando os tramites para o envio do corpo para a Unidade de Medicina Legal.

Em sua fala com os repórteres, o coronel Marconi lamentou o episódio e disse que a corporação estava dando o apoio necessário aos policiais envolvidos no fato. O caso vai ser apurado através de IPM – Inquérito Policial Militar e pela Polícia Judiciária, que é a Polícia Civil.

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