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3 de Fevereiro de 2012 Humberto Vital
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Saiba mais sobre o novo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro

Líder do PP na Câmara e aliado do ex-ministro Márcio Fortes, Aguinaldo Velloso Borges Ribeiro (PB) nasceu em 13 de fevereiro de 1969 em Campina Grande (PB).

 

Iniciou sua carreira como presidente do Comitê Jovem do PP. Assumiu logo cedo compromissos políticos como a coordenação da campanha do seu pai, o ex-deputado federal Enivaldo Ribeiro, à Prefeitura de Campina Grande.

 

Além do pai, atual presidente do PP da Paraíba, Ribeiro também tem uma irmã e a mãe no meio político. Sua irmã, Danielle Ribeiro (PP), é deputada estadual, enquanto sua mãe, Virginia Ribeiro (PP), é prefeita do município paraibano de Pilar (65 km de João Pessoa).

 

Já o avô de Ribeiro, o ex-deputado Aguinaldo Veloso Borges, é apontado em dois livros lançados pelo governo federal como mandante do assassinato de João Pedro Teixeira, fundador da Liga Camponesa de Sapé (PB), em 1962.

 

Em seu Estado, o novo ministro ocupou uma série de cargos públicos como o de secretário de Agricultura, Irrigação e Abastecimento. Ribeiro também foi titular da Secretaria de Ciência e Tecnologia de João Pessoa e da Secretaria de Ciência e Tecnologia, Recursos Hídricos e Meio Ambiente do Estado.

 

Também foi eleito deputado estadual por três legislaturas consecutivas.

 

Na Câmara dos Deputados, ele integrou as comissões de Finanças e Tributação e a de Minas e Energia. Ribeiro também foi suplente na Comissão Especial de Reforma Política. Ele é autor de uma PEC (proposta de emenda à Constituição) que institui o sistema distrital misto. O deputado também foi suplente do Conselho de Ética da Câmara.

 

PROCESSOS

 

Há dois processos contra o novo ministro que tramitam no STF (Supremo Tribunal Federal). Um delas refere-se à emissão de cheque sem fundo e outra é sobre um convênio firmado pela Secretaria de Agricultura da Paraíba, da qual foi titular de 1998 a 2002.

 

Antes de ser confirmado no cargo, Ribeiro já prestou esclarecimentos informais à Presidência, alegando que foi vitorioso em duas instâncias e que o caso só chegou ao STF depois que foi eleito, em 2010.

 

PROJETO

 

Entre os projetos apresentados por Ribeiro na Câmara está o que determina que o empregado com idade igual ou superior a 40 anos seja submetido ao exame de próstata, pago pelo empregador. Em caso de exame positivo para câncer, o trabalhador terá direito ao tratamento psicológico necessário.

 

Hoje, a legislação prevê exame médico obrigatório, por conta do empregador, na admissão, na demissão e periodicamente, conforme instruções do Ministério do Trabalho.

 

Segundo o autor, o objetivo da proposta é prevenir o câncer de próstata. "Apesar de estarmos no século 21, ainda há preconceito contra o exame de próstata, que é essencial na prevenção desta doença perigosa e silenciosa em sua fase inicial."

 

Da Folha Online



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